terça-feira, 22 de abril de 2014

DITONGO e HIATO


               
                      DITONGO DECRESCENTE
                      DITONGO CRESCENTE  


                ma-mãe

                pre-pa-rai

                cãi-bra

                can-ta-ram

                cons-ci-en-ti-za-ção    

                sau-da-de

                áu-rea

                a-mar-gu-rei

                car-re-téis

                ar-ma-zém

                pa-ra-béns

                pe-tró-leo

                re-ce-beu

                cha-péu

                gló-ria  

                es-pé-cie

                e-xí-mio

                con-se-guiu

                nó-doa

                dis-põe

                coi-ce

                cor-rói

                cou-ro

                ré-gua

                quan-do
       
                e-ques-tre

                lin-gui-ça
               
                ar-guin-do             

                (eu) á-guo
               
                a-quo-so


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                HIATO


                ca-a-tin-ga

                Ca-na-ã

                A-ba-e-té

                Ca-i-có

                a-or-ta

                a-ta-ú-de

                a-me-a-çar

                de-ãos

                re-es-tru-tu-rar

                re-ins-ta-lar

                le-ões

                re-ú-ne

                cri-a-do

                Se-bas-ti-ão

                Xa-vi-er

                ni-i-lis-mo

                vi-o-la

                a-vi-ões

                vi-ú-vo

                ma-go-a

                Jo-ão                            

                co-e-lho

                pro-i-bir

                co-o-pe-rar    

                lu-ar
               
                tru-ão

                ru-e-la

                su-í-no

                ru-im

                (ele) a-gu-ou   


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Dois DITONGOS (Decrescente / Crescente)    na mesma palavra        
               

                prai - a /  sai - a

                gai - o -la / ba-lai - o
 
                cei - a / mei - a

                i-dei - a, as-sem-blei - a
  
                fei - o / re-crei - o

                joi - a / goi - a -ba

                ar-roi - o/ com-boi - o

                coi - o -te

                im-bui - a / Cui - a -bá

                Mau - á

                tui-ui - ú

                Pi-au - í


Observação: Chama-se de IODE o I e de VAU o U semivogais, elementos de ditongos, e representados pelas letras /y/ e /w/. Exemplos: /vayya/, /piawwi/


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Dois HIATOS na mesma palavra


                        sa-í-a

                        re-mo-í-a

                        ru-í-a



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SÍNERESE

passagem de duas vogais de um hiato a um ditongo crescente:

Ca-e-ta-no / Cae-ta-no
co-a-lha-da / coa-lha-da
co-e-lho / coe-lho
di-a-bo / dia-bo
di-e-ta / die-ta
du-e-lo / due-lo
ge-a-da / gea-da
hi-a-to / hia-to
pi-a-da / pia-da
pi-a-no / pia-no


DIÉRESE

passagem de semivogal a vogal, transformando o ditongo num hiato:

diu-ré-tico / di-u-ré-ti-co
diu-tur-no / di-u-tur-no
far-má-cia / far-má-ci-a
rein-te-grar / re-in-te-grar
reu-nir / re-u-nir
trai-ção / tra-i-ção
vai-da-de / va-i-da-de

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Literatura folclórica: PIADAS - VII


No meio da aula, Carlinhos perguntou para sua professora:

- Professora, se tão três mulheres chupando três picolés, a senhora sabe quem é delas três a que é casada?

Pacientemente, a professora pensou, pensou. Em seguida, respondeu para o aluno:

- Sei não, Carlinhos. Sei não.

- Pois eu sei qual é.

- Pois diga logo, para podermos continuar a aula.

- É a que está usando, professora, uma aliança no dedo da mão que ela está segurando o picolé.


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Na sala de aula, devido à bagunça, o professor falou grosseiro para os alunos:

- Quem está querendo bancar o idiota, ou doido, fique em pé para aparecer.

Naquele instante, Rodriguinho ficou em pé, para espanto dos colegas. Mas o professor, voltando a se acalmar, procurou remediar sua indiscrição, assim:

- Rodriguinho, logo você, um aluno bom. Você se acha idiota, doido, Rodriguinho?

Nem bem o professor terminou de falar, Rodriguinho lhe respondeu:

- Professor, eu vou falar. É que eu fiquei com pena de ver o senhor aí em pé sozinho. Aí eu resolvi me levantar.


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Dona Lourdinha, professora de História do Brasil, num momento de afobação, ao devolver o trabalho de André, comentou:

- Meu filho, este seu trabalho, do jeito que você me entregou, ele está uma verdadeira porcaria.

Não gostando de ser repreendido diante dos colegas, André protestou:

- Pois, professora, o que a senhora disse pra mim, eu vou dizer pra minha mãe quando eu chegar em casa. E ela não vai gostar do que a senhora disse e vai vir aqui tomar satisfação com a senhora.

Dona Lourdinha, olhando nos olhos do André,  afirmou séria:

- Eu não tenho nada a ver com isso. Quem mandou você fazer um trabalho tão desorganizado e feio, como este.

Sem pensar, André bateu com as línguas nos dentes:

- Mas num foi eu que fiz ele não, professora. Foi minha mãe que fez o trabalho pra mim, bem depressa, antes de eu vir pra escola, pra eu não tirar nota baixa.


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Dona Socorro, professora de Religião, empolgada com a aula, perguntou aos alunos:

- Quem daqui quer ir pro céu? Quem é que quer?

A sala toda levantou as mãos, menos Rosinha, uma menininha que falava pouco. Dona Socorro, vendo a aluna sem levantar a mão, perguntou-lhe:

- Mas por que, Rosinha, só você aqui da sala não que ir para o céu? Mas por quê?

Rosinha, toda envergonhada com os olhos dos colegas em sua direção, balbuciou:

- Eu também tenho vontade de ir pro céu. Mas minha mãe, antes deu vir praqui, falou com raiva que, logo que terminasse a aula, eu fosse direto pra casa, senão eu vou levar uma surra.


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Sentado no sofá da sala de visitas, Tomás folheava um álbum de fotos. De repente, ele se levantou e foi perguntar a sua mãe sentada na cadeira de balanço em frente a ele:

- Mamãe, quem é esse homem bonito aqui sentado do seu lado?

A mãe, sorrindo, lhe respondeu:

- Tomazinho, é o seu pai.

De olhar desconfiado, Tomazinho olhou para o pai lendo jornal na poltrona e, imediatamente, voltou a perguntar a mãe:

- Meu pai? E meu pai, mamãe, aquele gordo, careca e feio, ali lendo jornal?


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A mãe de Manuel Farias começou a notar que o seu filho, de sete anos, entrava no banheiro para tomar banho, mas saía de lá sem lavar a cabeça. Intrigada com aquilo, ela o chamou e lhe perguntou por que estava fazendo aquilo de errado:

Calmamente, Manuel explicou a sua mãe:

- Mas, mamãe, a senhora quando comprou o xampu pra mim num me disse que ele era para cabelo seco? 


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Diante de duas vizinhas, Dona Terezinha, para mostrar a inteligência da sua filha única, perguntou-lhe:

- Minha querida, diga pra nós, quantos corações você e mamãe têm?

A menininha olhou para a mãe, depois botou a mão no seu próprio coração e, dali a pouco, respondeu-lhe:

- Um, mamãe.

Diante das colegas, Dona Terezinha ficou sem saber o que dizer. Mas, se recuperando, perguntou à filha:

- Mas, Aninha, não sou dois corações não?

 E a menina, sem pestanejar, lhe afirmou:

- A senhora num vive dizendo que eu sou seu coração?