segunda-feira, 27 de julho de 2015

Pronome oblíquo com ideia de posse? - PRONOMES






                     Leia-nos o texto (nosso texto).
                    
                     Leia-nos o texto (para nós).




Calma. É bom ler o texto de Robson com atenção:


Eu e Tobias, meu irmão mais velho, estudávamo-nos em casa (em nossa casa) Matemática.

De repente,
meu irmão Tobias me puxou os cabelos (meus cabelos). Aí, eu  lhe cuspi na cara (na sua cara, na cara delee, ainda, lhe bati no rosto (no seu rosto, no rosto dele).

Então, Tobias me rasgou a camisa (minha camisa).

Minha mãe, que chegava da rua, gritou:


- Tobias, vai-te para o quarto (teu carro). Depois, a gente conversa.  

LIÇÃO DE PORTUGUÊS (10)




As palavras se distribuem em vários grupos:


                                           ADJETIVO                   
                SUBSTANTIVO                         VERBO


Fazem parte de um sistema ABERTO

                 número de PALAVRAS é ILIMITADO



Observação:

  ADVÉRBIOS   (terminados com o sufixo - MENTE )

antigamente, barbaramente, cruelmente, divinamente... nacionalmente... realmente... valentemente... 






                ADVÉRBIO         ARTIGO       CONJUNÇÃO          
      INTERJEIÇÃO   NUMERAL    PREPOSIÇÃO     PRONOME


Fazem parte de um sistema FECHADO

                

                                  número de PALAVRAS  é LIMITADO

Literatura folclórica: DITADOS E PROVÉRBIOS (43)




LP CARIRI apresenta a seus leitores, e aos colecionadores, ditados e provérbios. Conheça-os, relembre-os, aprecie-os e transmita seus ensinamentos. Servem-nos como prática pedagógica multicultural, para professores, em sala de aula.


Mal esteja o diabo no inferno.
Marido ataviado, mulher ao lado.
Marido enfeitado, mulher para um lado.
Marido não vejas, mulher cega não sejas.
Muitos bons desejos se enterram.
Mulher boa, ave rara.
Mulher casada, deita-se singela e acorda dobrada.
Mulher casada, no monte é alojada.
Mulher, cavalo e cão, não se emprestam nem se dão.
Mulher de preto, criada de longe.
Mulher de vento reluz como espelho.
Mulher e alguidar não se deve emprestar.
Mulher e caneta não se empresta.
Mulher e relógio não se empresta a ninguém.
Mulher, fogo e mares, são três males.
Mulher irada, mulher endiabrada.
Não conhecemos o bem enquanto o não perdemos.
Não custa a dar beijos com a boca alheia.
Não há bela sem senão.
Não há boa terra sem bom lavrador.
Não há pechincha por pouco dinheiro.
Não se podem perder os beijos das raparigas.
Nem o rouxinol de cantar, nem a mulher de falar.
Ninguém é rei na sua terra.
Ninguém estima o bem que tem até que o perde.
No Inferno tem uma forca para quem não gaba o que é seu.
Nunca é tarde para o bem.
O barato, sai caro.
O barato tem rato.
O bem, com o bem se paga.
O bem, não é para quem o busca.
O bem nunca enfada.
O bem, perto soa.
O bem que se faz por temor, não tem duração, nem valor.
O bem soa, e o mal voa.
O bem só se conhece quando se perde.
Oferecer e nada dar, é dever e não pagar.
O Inferno está cheio de boas intenções.
O marido barca, a mulher arca.
O marido faz a mulher.
Onde amor lançar o selo, nenhuma cousa o desterra.
Os benefícios são um fogo que não aquece senão de perto.
Os grandes benefícios fazem os grandes ingratos.
Pessoa bonita, desassossega.
Projetos de felicidade são a única felicidade que existe na terra.
Quando se declara a guerra, o diabo alarga o inferno.
Quanto mais barata, mais coirata.
Quando passares pela terra dos tortos, fecha um olho.
Quando puderes beber na fonte não bebas no ribeiro.
Quem ama a mulher casada, a vida traz emprestada. 

Literatura folclórica: DITADOS E PROVÉRBIOS (43)



LP CARIRI apresenta a seus leitores, e aos colecionadores, ditados e provérbios. Conheça-os, relembre-os, aprecie-os e transmita seus ensinamentos. Servem-nos como prática pedagógica multicultural, para professores, em sala de aula.


A cabeça com mulher endireita.
A carta e a mulher, muito enfeitadas, em certo modo são desonestas.
A casa, com lar; e a mulher, a fiar.
A casa sem mulher é corpo sem alma.
Aceita o bem conforme vem.
A companhia duma mulher virtuosa é a melhor escola.
À dúzia é mais barato.
A força das mulheres consiste na sua fraqueza.
A dor da mulher morta, chega (só dura) até à porta.
A fiar e a tecer, ganha a mulher de comer.
A frade, não faças a cama, de tua mulher não faças ama.
A galinha os bichos come, a mulher dá que falar.
A gente não come terra, mas a terra come a gente.
A gente não deve de ficar adiante do boi, nem atrás do burro, nem perto da mulher: nunca dá certo.
A graça da mulher é enganosa, e a sua virtude confunde-se com o vício.
A graça da mulher pode mais que a força do homem.
A graça é o bom humor da mulher, o bom humor é a graça do homem.
A guarda única da honra de uma mulher é o seu pudor.
A homem calado e mulher barbada, em tua casa não dês pousada.
A homem ocioso e mulher barbuda, de longe os saúda.
A honra dos maridos está no corpo das suas mulheres.
A indiferença é para os corações o que o Inverno é para a terra.
A lágrimas de mulheres, (a)inda que fingidas, não há cara forte.
Algum dia será de festa, na nossa terra.
Beijar é como beber água salgada; quanto mais se bebe mais a sede aumenta.
Beleza e formosura não dão pão nem fartura.
Beleza não põe mesa.
Beleza sem bondade, caldo entornado.
Beleza sem bondade não vale metade.
Beleza sem virtude é rosa sem cheiro.
Beleza vale riqueza.
Bem com bem, são dois bens.
Bem parece, o bem fazer.
Bom e barato, não cabem no mesmo saco.
Boniteza não põe mesa.
Bonito é o que bonito parece.
Erros de médico, a terra os cobre.
Faz bem, não olhes a quem.
Faze o bem pelo bem e não pela recompensa.
Fazei o bem que digo e não o mal que faço.
Fazer bem é virtude mas é, também, egoísmo.
Fazer bem, nunca se perde.
Fazer o bem sem se saber a quem, perigos tem.
Fé de mulher é pena sobre a água.
Há só duas mulheres boas no mundo: uma que já morreu; outra, que ainda não nasceu.
Já no mar, já na terra.
Lágrimas de mulher, é tempero de malícia.
Lua cercada, terra molhada.
Mais barato é comprado que pedido.
Mais vale beber que cuspir.

Literatura folclórica: DITADOS E POVÉRBIOS (42)



LP CARIRI apresenta a seus leitores, e aos colecionadores, ditados e provérbios. Conheça-os, relembre-os, aprecie-os e transmita seus ensinamentos. Servem-nos como prática pedagógica multicultural, para professores, em sala de aula.


A língua da mulher é a sua espada.
A língua da mulher é afiada.
A língua de mulher diz tudo o que quiser.
À luz da candeia, não há mulher feia.
À luz da candeia, nem mulher nem teia.
A mãe é sempre mãe, e a mulher só é quando ela quer.
A magnificência encurta a beneficência.
A mais ruim ovelha é a que suja no terrado.
A melhor entidade da terra é uma boa mulher, e a pior a que é má.
A melhor mulher é a que não conseguimos.
Amor da praia fica enterrado na areia.
A morte é a coroa de todos na terra.
A muitos o bem faz mal.
A mula e a mulher com o pau se quer.
A mulher boa é prata que soa.
A mulher brava, corda larga.
A mulher casada, não desbarba.
A mulher casa-se para entrar no Mundo; o homem para sair dele.
A mulher ciosa tende a ociosa.
A mulher consegue-se com o desdém.
A mulher e a cereja, para seu mal se enfeita.
A mulher e a lima, a mais lisa.
A mulher e a loba, no escolher.
A mulher e a mula, o pau as cura.
A mulher é a obra mais perfeita do universo.
A mulher e a ovelha, com o sol à cortelha.
A mulher e a pescada quer-se da alentada.
A mulher é um demónio em carne.
A mulher não vai além de fêmea.
A mulher que bem se arreia, nunca é feia.
A mulher que muito mira, pouco fia.
A mulher que não vela não faz grande teia.
Ao bem, buscá-lo e, ao mal, estorvá-lo.
A pouca barba, pouca vergonha.
As lágrimas são o melhor memorial das mulheres.
As mulheres são crianças grandinhas.
Às vezes vem o bem, de quem menos se espera.
A velhice é o inferno das mulheres.
Barriga cheia, companhia desfeita.
Barriga cheia, pé dormente.
Barriga cheia, pé na estrada.
Barriga de moço, não tem osso.
Barriga da perna não sente cólicas.
Barriga farta, pé dormente.
Barriga inchada não é fartura.
Barriga lisa não quer camisa.
Barriga quente, pé dormente.
Barriga vazia, não tem alegria.
Barriga vazia não tem ouvidos.
Barrigudo não dança, só sacode a pança.